CONFRARIA DA CORUJA


23/01/2009


ESCRITOR LANÇA COLEÇÃO DE LIVROS VIRTUAIS

O escritor Carlos Moraes Júnior, Presidente do Clube dos Escritores Piracicaba está publicando, desde 2006 a "Coleção Carlos Moraes Júnior", composta de volumes virtuais de poesias, que podem ser encomendados pelos leitores interessados. A partir de hoje todos podem adquirir o quarto volume "Lendas", que traz poesias que o autor escreveu em 1964. Até o final de fevereiro está previsto o lançamento do quinto volume "Cantos", com poesias escritas em 1965. Os interessados que queiram encomendar um exemplar, que terá o formato de uma apostila, medindo 15x21, com capa em cartolina em 1 cor e composição normal de livro, podem entrar em contato pelo telefone (19)3426-8568, ou pelo e-mail: clube.escritores@uol.com.br O valor dos exemplares disponíveis: "Outono", "Umbral", "Folhas" e "Lendas", incluindo postagem é de R$ 30,00.

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 12h11
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11/01/2009


TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO

 

O acordo incorpora tanto características da ortografia utilizada por Portugal quanto a brasileira. O trema, que já foi suprimido na escrita dos portugueses, desaparece de vez também no Brasil. Palavras como "lingüiça" e "tranqüilo" passarão a ser grafadas sem o sinal gráfico sobre a letra "u". A exceção são nomes estrangeiros e seus derivados, como "Müller" e "Hübner".

Seguindo o exemplo de Portugal, paroxítonas com ditongos abertos "ei" e "oi" --como "idéia", "heróico" e "assembléia"-- deixam de levar o acento agudo. O mesmo ocorre com o "i" e o "u" precedidos de ditongos abertos, como em "feiúra". Também deixa de existir o acento circunflexo em paroxítonas com duplos "e" ou "o", em formas verbais como "vôo", "dêem" e "vêem".

Os portugueses não tiveram mudanças na forma como acentuam as palavras, mas na forma escrevem algumas delas. As chamadas consoantes mudas, que não são pronunciadas na fala, serão abolidas da escrita. É o exemplo de palavras como "objecto" e "adopção", nas quais as letras "c" e "p" não são pronunciadas.

Com o acordo, o alfabeto passa a ter 26 letras, com a inclusão de "k", "y" e "w". A utilização dessas letras permanece restrita a palavras de origem estrangeira e seus derivados, como "kafka" e "kafkiano".

 

DUPLA GRAFIA

 

A unificação na ortografia não será total. Como privilegiou mais critérios fonéticos (pronúncia) em lugar de etimológicos (origem), para algumas palavras será permitida a dupla grafia.

Isso ocorre em algumas palavras proparoxítonas e, predominantemente, em paroxítonas cuja entonação entre brasileiros e portugueses é diferente, com inflexão mais aberta ou fechada. Enquanto no Brasil as palavras são acentuadas com o acento circunflexo, em Portugal utiliza-se o acento agudo. Ambas as grafias serão aceitas, como em "fenômeno" ou "fenómeno", "tênis" e "ténis".

A regra valerá ainda para algumas oxítonas. Palavras como "caratê" e "crochê" também poderão ser escritas "caraté" e "croché".

 

HÍFEN

 

As regras de utilização do hífen também ganharam nova sistematização. O objetivo das mudanças é simplificar a utilização do sinal gráfico, cujas regras estão entre as mais complexas da norma ortográfica.

O sinal será abolido em palavras compostas em que o prefixo termina em vogal e o segundo elemento também começa com outra vogal, como em aeroespacial (aero + espacial) e extraescolar (extra + escolar).

Já quando o primeiro elemento finalizar com uma vogal igual à do segundo elemento, o hífen deverá ser utilizado, como nas palavras "micro-ondas" e "anti-inflamatório".

Essa regra acaba modificando a grafia dessas palavras no Brasil, onde essas palavras eram escritas unidas, pois a regra de utilização do hífen era determinada pelo prefixo.

A partir da reforma, nos casos em que a primeira palavra terminar em vogal e a segunda começar por "r" ou "s", essas letras deverão ser duplicadas, como na conjunção "anti" + "semita": "antissemita".

A exceção é quando o primeiro elemento terminar em "r" e o segundo elemento começar com a mesma letra. Nesse caso, a palavra deverá ser grafada com hífen, como em "hiper-requintado" e "inter-racial"

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 22h54
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24/09/2008


XI CONCURSO NACIONAL DE POESIAS DO CLUBE DOS ESCRITORES

Estão abertas até 30/06/09 as inscrições para o XI Concurso Nacional de Poesias do Clube dos Escritores Piracicaba, nas Categorias Especial (somente para os ganhadores do Troféu Coruja), Profissional e Amador. Cada poeta pode participar duma só Categoria, com até duas poesias, inéditas ou não, devendo conter, no máximo, 30 linhas, escritas em língua portuguesa, tema livre e sem qualquer restrição. Somente serão aceitos trabalhos datilografados ou digitados em papel A4, espaço simples, Fonte Times New Roman, corpo 12 em tres vias identificadas apenas por pseudônimo, enviados pelo sistema de envelopes para a Rua Jacob Diehl, 77 – Bairro Morumbi, CEP 13420-410, Piracicaba/SP. O envelope menor deverá conter mini-currículo, identificação completa, obrigatoriamente, o nome do concurso e da categoria em que participa, pseudônimo, taxa de R$ 10,00 (dez reais), em dinheiro ou cheque pré-datado, cruzado e nominal ao Clube dos Escritores Piracicaba (não será aceito depósito bancário). Os sócios do Clube dos Escritores devem pagar a taxa estipulada. É vedada a participação de membros do júri de seleção e integrantes da Diretoria do Clube dos Escritores. Serão escolhidos 8 trabalhos em cada Categoria, que receberão Diplomas de Honra ao Mérito, e destes, serão escolhidos tres vencedores de cada Categoria e mais o destaque do Júri, que receberão "Troféu Coruja", pelo sedex a cobrar.. Informações pelo Fone: (0xx19)3426-8568 ou pelo mail: clube.escritores@uol.com.br

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 12h58
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11/07/2008


 

VI CONCURSO DE POESIAS DE GUARATINGUETÁ

 

 

Estão abertas até 30/03/010 as inscrições para o V Concurso de Poesias de Guaratinguetá. Participe com até duas poesias, inéditas ou não, de no máximo 30 linhas, em português, tema livre, datilografadas ou digitadas em papel A4, espaço simples, fonte time new roman, corpo 12, em três vias identificadas por pseudônimo, enviadas para a Rua Pe. Geraldo Pires de Souza, 91, CEP 12511-150, Guaratinguetá/SP, pelo sistema de envelopes, tendo no envelope menor dos não sócios do Clube: currículo de 7 linhas, identificação completa, obrigatoriamente, o nome do concurso, pseudônimo, nome dos trabalhos, taxa de R$ 5,00 (cinco reais), em dinheiro ou cheque pré-datado, cruzado e nominal à Maria Gertrudes Horta Greco, (não será aceito depósito bancário), e uma foto 5x7, tipo passaporte. No dos sócios, obrigatoriamente, o nome do concurso, a taxa de R$ 5,00, pseudônimo, nome dos trabalhos e um telefone ou e-mail para contato. É vedada a participação de membros do júri de seleção. Serão escolhidos 3 menções honrosas, 3 trabalhos vencedores e mais um destaque do júri, que receberão Diplomas de premiação. Informações pelo Fone: (012) 3122-2140.

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 08h08
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IV CONCURSO DA COSTA DA MATA ATLÂNTICA

 

Estão abertas até 30/10/09 as inscrições para o IV Concurso de Poesias da Costa da Mata Atlântica.  Cada poeta pode participar  com apenas uma poesia, inédita ou não, devendo conter, no máximo, 30 linhas, escrita em língua portuguesa, tema livre e sem qualquer restrição. Somente serão aceitos trabalhos datilografados ou digitados, num só lado da folha, em papel A4, espaço simples, Fonte Times New Roman, corpo 12 em tres vias identificadas por pseudônimo, enviadas pelo sistema de envelopes para o Curador do Concurso José Ubaldo Santos, Rua Dr. Guedes Coelho, 85/52, CEP 11050-231, Santos, SP. Todo poeta participante mesmo sócio do Clube, deverá enviar no envelope menor:  nome do Concurso, mini-currículo (até 7 linhas), identificação completa, obrigatoriamente o pseudônimo, taxa de R$ 5,00 (cinco reais), em dinheiro ou vale postal em nome do Clube (não será aceito depósito bancário). É vedada a participação de membros do júri de seleção e integrantes da Diretoria di Clube dos Escritores.Serão escolhidos três menções honrosas, tres premiações e mais um destaque do júri, que receberão Diplomas de premiação, em  Solenidade a ser  realizada em Piracicaba. Informações pelo Fone: (0xx13)32351-608, ou pelo mail: jose.ubaldo2@terra.com.br                   

 

 

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 08h03
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04/06/2008


VIOLÕES

 

Como são tristes os acordes

dos violões em serenata,

que atravessam as madrugadas,

na tentativa de responder

os enigmas da tristeza,

que a simples vivência não pode,

nem em sonho, resolver.

Como são nostálgicas

as mensagens dos violões,

que ensinam os amantes

a enfrentarem com galhardia

o desespero e o sofrimento

de um amor que já acabou...

Como são doces as cantigas

de amor dos violões,

estas que ensinam os jovens

a prudentemente esperar,

do amor estranhas mazelas,

ao invés de tolas venturas

e de sonhos de realização...

 

 

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h43
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A RIMA BOA

 

Quero encontrar a rima boa

para poder, enfim, terminar

com chave de ouro esta loa

que um dia irá me consagrar...

Quero a rima que o povo entoa,

no dia a dia do seu falar,

para compor um versinho a toa,

que um dia irá me consagrar...

Quero ver como é que soa

esta rima que encontrar,

para que ela seja a coroa

que um dia irá me consagrar...

Quero a rima que apregoa

a mercadoria a se liquidar,

ou então, aquela que povoa

o sonho que irá me consagrar...

 

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h43
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A SORTE NAS CARTAS

 

A sorte nas cartas,

a sorte lançada,

       o futuro,

       o passado

a vida e o nada...

A verdade das cartas,

a mistificação do poder,

       a vidência,

       a eficiência,

os estertores da Ciência!

Combinações nas cartas,

naipes e números,

       figuras, segredos,

o impossível de ocorrer!

A morte nas cartas,

a morte marcada,

      o destino, o carma,

a volta à vida passada,

correndo contra o relógio

para dizer coisas escondidas

e ditar regras, direções,

       leis e idiossincrasias,

impossíveis de aceitar...

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h43
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AMÉRICA CATIVA

                

América cativa,

agrilhoada na dívida

pelo poder dos dólares

e pela opressão insana

do capitalismo selvagem...

América cativa,

sufocada por escusos

interesses internacionais...

Quintal do mundo,

lixão do capitalismo,

e, antes de tudo,

pasto, despensa,

onde o odiento rapinante

vem buscar, diuturnamente,

o seu sustento.

 

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h42
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AOS ABRAÇOS COM A VIDA

 

Na tela amarela

está quem por mim vela,

aos abraços com a vida insurgida.

E a cela, a trela

em mim esculpidas,

não eram belas

nem sinceras como ela.

Aos abraços com a vida

a bela é dela,

e é também dela

a vela amarela construída

de macela e tela,

de cor pálida e singela.

Aos abraços com a vida

ela é a tela

onde se pintam

as histórias de amor,

que abraçadas

com a vida se entretecem...

E dela a vida zomba,

como aquela vela,

pois não é feliz

quem sofre

por causa das tramas

da vida que acontecem.

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h42
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CANSAÇO

 

Sentir o tempo passar

sem ter nada para fazer,

é o mesmo que tomar veneno

e deitar-se para morrer...

Ver a vida sem alegria,

sentir o cansaço de vivê-la,

é o mesmo que querer felicidade

sem nunca ser capaz de tê-la.

Sentir o cansaço de ser

na vida apenas uma imagem,

é o mesmo que estar no retrato,

é o mesmo que mandar mensagem

algures para as estrelas,

na esperança de encontrar alguém

onde, há milênios se sabe,

não pode existir ninguém!

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h42
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CRIANÇAS

 

Fecha os olhos!

Deixa que te beije,

deixa que te olhe bem...

 

Talvez a noite

que te impede de ver

seja a mesma noite

que trago dentro de mim.

 

Querida...

Talvez sejamos jovens para amar,

mas o nosso amor,

esse amor não é criança!

 

Fechemos os olhos...

Somos crianças

sonhando com um amor

que talvez termine

quando voltares a ver...

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h42
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CURIOSIDADE MUNDANA

 

Insinuou-se em saber

a curiosidade mundana,

como foi acontecer

no mundo a primeira pavana.

E respondeu o mundo,

com toda prioridade,

que a fonte dela, no fundo,

era a tal da curiosidade...

Viu o homem na mulher

alguma coisa diferente,

e este foi o mister

que lançou a semente

de toda história de amor.

A vitória, o risco de quem ama,

que ainda hoje é o motor

que leva a gente pra cama.

 

 

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h41
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        ESPERANÇA NUNCA MORRE

 

                   Muita gente reconhece que este foi um ano muito duro, cheio de percalços e de transformações sociais e políticas, muita gente tem reclamado da vida por causa da política, das coisas injustas do dia a dia, mas ninguém se queda a pensar que o amanhã pode ser pior, e trazer os terrores do efeito estufa, que através do malfadado "El Niño", promove catástrofe atrás de catástrofe, de tempos em tempos; ou mesmo a ameaça das ameaças, o caos social proveniente de uma humanidade que viu exaurirem todos os recursos materiais de que dispunha. É um verdadeiro final dos tempos, quando estamos, apenas, sentindo na pele o gosto do nossa própria irresponsabilidade e teremos, enfim, de pagarmos as nossas dívidas para com a natureza e a divindade!

                   Fazer o quê! Dizem uns, mas esquecem que este já é um mundo quente demais, que traz em seu bojo um ar rarefeito e pesado, cheio de detritos, fumaça, produtos químicos e elementos desconhecidos. Um mundo de mesa escassa, e mesmo assim reciclada com pesticidas, conservantes, contínuos amigos e companheiros de todos nós. Deus quer assim! Dizem outros, mas esquecem que este é um Deus humano, que traz muita tristeza em suas mensagens, porque, de certa forma, este ano, o brasileiro demorou muito para chegar até o meio do ano... Os que chegaram! Porque ficaram muitos sem-terra, sem-teto, sem-emprego, sem-hospital, sem-salário, sem-esperança, espalhados pelos caminhos tortuosos de um país enorme, de  gigantescos problemas sociais, de coração grande, mas que diminui por causa da decepção reservada pelas surpresas, que sempre teimam em aparecer, vindas do escuro, da Ásia, da África, do FMI, dos credores internacionais, de dentro de nós, das sombras, do nosso não conformismo e da nossa falta de fé.                

                  E Jesus, um dia nos disse, muito sabiamente, que deveríamos amar o nosso próximo como a nós mesmos. Seguimos fielmente as suas palavras, promovemos campanhas para alimentar os miseráveis, os desnutridos, os menos favorecidos pela sorte; não pela sorte divina, mas pela sorte de conseguirem estudar, de arranjarem um bom emprego, de terem oportunidade de se manterem nesse emprego, para assim garantirem a sobrevivência. Infelizmente, por sermos um país gigantesco, de dimensões continentais, por termos cidades com número de habitantes maior que muitos países da Europa e de outros continentes,  nem todos conseguem! E os que não conseguem, voltam, aos nossos olhos horrorizados, como exemplares de uma inusitada fauna a povoar as ruas, as praças, os nossos medos e os nossos pesadelos mais inomináveis.                                                            

                      Desejam resolver os problemas do mundo globalizando as economias, usurpando com a miséria os países menos favorecidos e escravizando os que não conseguem acompanhar os passos dos gigantes com suas pernas frágeis e curtas e nem pensam nos que não têm estímulo para conseguir nada, quanto mais a passagem, só de ida, para o mundo dos ricos. Para estes, só existe a realidade de que a esperança nunca morre!

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h32
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FLOR DO CLÃ

 

Ai! Quão vão és, má dor que não faz bem

E não me dás só vez de sol e paz.

Ai! Quão chã és, tal dor que só me vem

Pra ser tão rés, e ser a que me faz

 

O fã do fim, do fel dum só que tem

Na cruz o mal, o sal, o pó, o gás,

Da luz sem par, sem lar, que é o zen

Da flor do clã, que só a dor me traz.

 

Ai! Flor do clã, que a fé não quer me dar,

Nem quer ser gen do dom que é a foz

Da mãe da luz sem fim, que é um lar.

 

Ai! Flor do clã, que a rir vem ter a nós

Bem cá na mão, pra ter a lei de par

E ser o fim da luz, que não tem voz...

Escrito por Carlos Moraes Júnior às 00h31
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